“Desejo que o 1º Domingo depois da Páscoa seja a Festa da
Misericórdia”.
No Coração de Jesus misericordioso desde 18 de 2011
“Minha filha, não te canses de divulgar a minha
misericórdia; consolarás com isso o meu coração, que arde como chama de
compaixão para com os pecadores. (Diário – 1521)”. Devemos buscar a Paz verdadeira no coração misericordioso de
Jesus, um coração trespassado de dor e de amor; um coração que não se cansa de
perdoar e amar. O próprio Senhor assim falou à Santa Faustina: “Diz à
humanidade sofredora que se aconchegue no meu coração misericordioso e eu
enchê-la-ei de Paz” (Diário – 1074).
Corria o rigoroso inverno de 1931, quando no dia 22 de
fevereiro, o misericordioso Salvador apareceu à Irmã Faustina, vestido com um
túnica branca, com a mão direita levantada a fim de abençoar e a esquerda
pousava sobre o peito fazendo com que da túnica, levemente aberta, deixasse
sair dois grandes raios, um vermelho e o outro pálido. A irmã, em silêncio,
fixou o olhar surpreso no Senhor; sua alma, de início espantada, sentia uma
progressiva e vibrante felicidade, e então disse-lhe Jesus: “Pinta uma imagem
de acordo ao modelo que estás vendo, e acrescenta a inscrição: ‘Jesus, eu
confio em vós’; desejo que esta imagem seja venerada primeiramente na vossa
capela e depois no mundo inteiro”.
E Jesus continuou: “Prometo que a alma que venerar esta
imagem não perecerá; prometo também já aqui na terra, a vitória sobre os
inimigos e especialmente na hora da morte eu mesmo defendê-la-ei” (Diário – 47
e 48).
Depois o Senhor completa suas próprias explicações, dignas
de atenção: “Ofereço aos homens um vaso, com o qual devem vir buscar graças na
fonte da misericórdia”. O vaso é a imagem com a inscrição: “Jesus, eu confio em
Vós”. “Os dois raios representam o sangue e a água; o raio pálido
representa a água que justifica as almas; o raio vermelho significa o sangue
que é a vida das almas. Ambos os raios jorraram das entranhas da minha
Misericórdia, quando na cruz o meu coração agonizante foi aberto pela lança. Quando Longuinus, o soldado romano, trespassa o coração de
Jesus, abrem-se as comportas da Misericórdia e nasce a Igreja, fonte dos sacramentos. Estes raios defendem as almas da ira de Meu Pai; feliz
aquele que viver à sua sombra, porque não será atingido pelo braço da justiça
de Deus.
Desejo que o primeiro Domingo depois da Páscoa seja a festa da
misericórdia” (Diário nº 299). Nas palavras e na imagem de Jesus encontramos aquilo que na
maioria das vezes nos falta: A confiança no seu amor e na sua misericórdia. No alto da cruz o Senhor nos justificou a todos, tomou
nossas dores, assumiu nossas faltas, e, diante do Pai, nos resgatou por suas
santas chagas. Quando contemplamos a imagem de Jesus Misericordioso com a
inscrição: “Jesus, eu confio em Vós”, percebemos que o Senhor não se deixa
vencer em generosidade e misericórdia; Ele vem ao nosso encontro para nos
envolver no seu amor.
Devemos lembrar que às três horas da tarde, é hora da
Misericórdia, é o momento da Graça, é a hora do: “Tudo está consumado”. O
Senhor morre na Cruz! Muitas vezes arrastamos por longos anos, mágoas,
ressentimentos, dores, ingratidões, e com tudo isso sofremos! Sofremos porque
não nos damos conta de que o Senhor está ao nosso lado oferecendo alívio, amor,
perdão e Misericórdia. É bom lembrar que devemos entronizar a imagem de Jesus
Misericordioso em nossos lares, locais de trabalho, igrejas, escolas, etc, e
receber em abundância as Misericórdias do Senhor.
A novena à Misericórdia Divina inicia-se na 6º Feira-Santa e
termina no sábado que antecede à Festa da Misericórdia no 1º Domingo depois da
Páscoa. Devemos praticar as obras de misericórdia.
As obras corporais são estas
aqui
1. Dar a comer a quem tem fome
2. Dar a beber a quem tem sede
3. Vestir os nus
4. Acolher os peregrinos
5. Assistir os enfermos
6. Visitar os presos
7. Enterrar os mortos
As obras Espirituais:
1. Dar bom conselho
2. Ensinar os ignorantes
3. Corrigir os que erram
4. Consolar os tristes Santa Faustina
5. Perdoar as injurias
6. Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo

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